Primeiro livro – Cemitério de Pianos

de José Luís Peixoto
O início de algo significa sempre o fim de algo mais antigo, um algo novo que pode ser perigosamente igual ao algo passado.
Entre histórias que se repetem, sem razão aparente, o nosso anfitrião faz-nos viver as ruas de Benfinca de um outro tempo, o cheiro a serradura que se mistura com a textura de cada página, o calor dos dias, o frio das dores negras, só nossas e de toda a gente.
A arte não está no sentir, mas sim no fazer sentir.
Francisco! Este nome ganhou vida dentro da minha imaginação.
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