sexta-feira, junho 30, 2006
sexta-feira, junho 23, 2006
E...
Falta uma semana para as 65 fotografias do pôr-do-sol.
Se...
Alguém quiser contribuir: purykuraARROBAgmailPONTOcom
Eu...
Gosto das cores, mas já tenho saudades das madrugadas sem sono, depois de uma noite de Lua cheia.
Falta uma semana para as 65 fotografias do pôr-do-sol.
Se...
Alguém quiser contribuir: purykuraARROBAgmailPONTOcom
Eu...
Gosto das cores, mas já tenho saudades das madrugadas sem sono, depois de uma noite de Lua cheia.
quinta-feira, junho 22, 2006
quarta-feira, junho 21, 2006
terça-feira, junho 20, 2006
segunda-feira, junho 19, 2006
sexta-feira, junho 16, 2006
quarta-feira, junho 14, 2006
terça-feira, junho 13, 2006
segunda-feira, junho 12, 2006
#15

Domenica – Champanhe, 2006
Nesta praia de Pedra os corais libertam pequenas bolhas de ar que dançam até à superfície.
Lá em baixo os peixes de todas as cores e formas passeiam-se despreocupados, a água ferve ao longe com o aproximar do sol escaldante, mas aqui só há bolhinhas de ar fresco que brilham com o resto da luz do dia.
#13

Domenica, 2006
É uma pinta de selva perdida no meio das Caraíbas. Esta não é conhecida pelos turistas do “all-included”. A costa é, na sua maioria, decorada por rochas e falésias, um local único para fazer snorkelling e mergulho, caminhadas pelos relevos vulcânicos ou simplesmente ficar a ver o sol mergulhar no mar.
Aqui é sempre diferente.
sexta-feira, junho 09, 2006
quinta-feira, junho 08, 2006
quarta-feira, junho 07, 2006
#8

Louriga, 2004
Num momento de verdade, passados anos de ausência, ele disse:
- Andei à procura da realidade pelo mundo fora. Agora chego à conclusão que os únicos momentos reais da minha vida foram os que passei contigo.
Era tarde demais, o sol já se tinha posto, do sítio onde ele estava, só via noite. Ela ainda sorria com as cores do céu quase adormecido.
(inspirado no filme “o mundo novo” do terrence malick)
terça-feira, junho 06, 2006
#7

Londres, 2004
Este pôr-do-sol não é real. Mas afinal o que é real? Era uma instalação na Tate Modern em Londres. É, mais ao menos, assim que me tenho sentido desde Domingo, cores fortes e quentes, uma sensação surreal estranha, o fumo enigmático que me torna as pálpebras pesadas. É assim que eu me sinto. Que me tenho sentido.
domingo, junho 04, 2006
#4

Bulgária, 2005
Comunicar é sem dúvida o maior desafio para quem visita este país, é impossível perceber qualquer palavra escrita ou falada, a tentativa de dizer uma palavra em Búlgaro é quase sempre falhada, a linguagem gestual é a mais utilizada com o inconveniente de o nosso sim significar não nestes lados do mundo.
“Tem Pilim?”
“Sim?”
“Não?”
Será que percebeu?
Para a mesa vem uma coisa gelatinosa com cor de frango, cheiro a grelha e sabor indecifrável.